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ReproduçãoReprodução

Um grupo de senadores entregou nesta terça-feira (5) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, uma carta com 42 assinaturas em defesa da prisão após condenação em segunda instância.

O STF entendia desde 2016 que era possível decretar a prisão após a segunda instância, mas por 6 votos conta, versus 5 a vafor no tribunal mudaram esse entendimento, levando a soltura de diversos presos condenados, entre eles o ex-Presidente Lula.

Carta dos senadores

Segundo a carta dos senadores, a sociedade brasileira e o Congresso Nacional estão acompanhando com "grande apreensão" o julgamento.

Os senadores ressaltaram ainda que o entendimento atual, que permite a prisão após segunda instância, tem sido "fundamental" para combater o que eles chamam de "sentimento de impunidade presente na sociedade".

Além disso, os parlamentares disseram avaliar que há "grave e iminente risco da liberação em massa de inúmeros condenados por corrupção e por delitos violentos".

Após a reunião, os parlamentares afirmaram que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) telefonou e manifestou apoio à carta.

Uma cópia da carta também foi entregue ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

O ranking dos políticos publicou uma lista com elevação de pontos dos senadores que agiram em favor da prisão em 2ª instância. de Mato Grosso, apenas a Senadora Juíza Selma Arruda assinou o documento.

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