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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoParlamentar mais votado em Mato Grosso nas últimas eleições, o deputado federal Nelson Barbudo (PSL) está entre os dez mais econômicos da Câmara dos Deputados. É o que aponta o ranking, divulgado pelo site Ranking dos Políticos, com base nas prestações de contas dos políticos dos valores oriundos da cota parlamentar. Tendo utilizado R$ 27,4 mil desde o início do seu mandato, Barbudo empregou 12,2% do valor a que tem direito.

O levantamento feito pelo portal, criado para acompanhar a atuação parlamentar, classificando deputados e senadores por critérios tais como, combate à corrupção, privilégios e desperdício da máquina pública, coloca o deputado de primeiro mandato como o 9º mais econômico do país. Os dados utilizados foram captados do Portal da Transparência da Câmara dos Deputados no último dia 22.

Além de ser o líder em economia entre a bancada mato-grossense, Barbudo também é o mais econômico entre os integrantes do PSL, partido do Governo. A sigla, por sinal, está entre as que menos fazem uso do chamado “cotão”. Menos da metade dos recursos disponíveis à bancada do partido foram empregados.

“Temos mostrado, desde que chegamos à Câmara, coerência entre o que dizíamos na campanha com a prática. É possível ter uma boa atuação, ajudar o país a crescer, sem gastar o dinheiro que sai do bolso do trabalhador brasileiro”, afirmou o deputado ao comentar o resultado do levantamento.

Lidera o ranking da economia a deputada Paula Belmonte (CID-DF), seguida por Hercílio Diniz (MDB-MG) e Tiago Mitraud (Novo-MG). Na outra ponta do ranking, ou seja, os maiores gastadores são os deputados Fernando Rodolfo (PL-PE), Cássio Andrade (PSB-PA) e Vicentinho Júnior (PL-TO). Em Mato Grosso, os líderes neste quesito são Neri Geller (PP) e Professora Rosa Neide (PT).

A cota parlamentar foi criada em 2009 e é empregada para o pagamento de passagens aéreas, como aluguel e manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar; aquisição de material de consumo; hospedagem e alimentação do parlamentar ou de servidores comissionados e efetivos lotados em seu gabinete; entre outras coisas. O valor varia entre cada Estado, levando em consideração a distância de Brasília.