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Vinícius Loures/Câmara dos DeputadosVinícius Loures/Câmara dos DeputadosEm seu primeiro mandato, o deputado estadual José Medeiros (PODE) é o parlamentar de Mato Grosso na Câmara dos Deputados que mais apresentou projetos, segundo os registros oficiais. No ranking geral, ele ficou em segundo lugar, atrás apenas do deputado federal Célio Studart (PV). Eleito com mais de 85 mil votos, Medeiros foca em projetos que alteram a administração pública e a segurança.

 

Em sua atuação na Câmara, Medeiros é vice-líder do Podemos e também participa das comissões de Direitos Humanos e Minorias, Cultura e a que analisa a Crise na Fronteira da Venezuela com o Brasil. Ele tem uma média de 5 projetos apresentados por semana e afirma que parte do trabalho é fruto da experiência que teve como suplente no Senado Federal entre 2015 e 2018.

“Tivemos um trabalho validado pelas urnas nas eleições do ano passado. Isso significa que a maioria dos mato-grossenses aprova nossas lutas e não podemos abandoná-las. Temos um governo propenso a realizar modificações nas políticas de segurança. O momento é propício para concretizarmos as nossas propostas, dando garantias legais ao cidadão e aos policiais, por exemplo, quando reagem frente a criminosos”, explica.

 

Além dos projetos que já foram apresentados, o parlamentar afirma que 15 proposituras suas estão em análise pela consultoria da Câmara e podem ser protocoladas em breve. Para escolher os temas das propostas, Medeiros diz que procura temas de interesse popular e questões prática.

 

“Fui relator da CPI dos Maus Tratos Infantis, no Senado, e de lá veio muito embasamento para nossos projetos, como o Projeto de Lei 1697/2019 que propõe mais rigor punitivo aos médicos, professores ou demais responsáveis por estabelecimento de ensino ou de saúde que se omitirem e não denunciarem abusos contra crianças. A vivência como policial rodoviário e o contato com os operadores da segurança pública e do Direito, bem como das nossas andanças e contato direto com a população, sobretudo de Mato Grosso, ajudam a fazer um mandato participativo e conectado com os anseios da sociedade”, frisa.