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Todo início de uma carreira profissional é difícil e, com advogados e advogadas, não é diferente. É preciso trabalho duro, estudo e amparo de pessoas mais experientes e entidades sérias. É por isso que a jovem advocacia é foco do movimento “Por uma nova OAB”, liderada pelo advogado e professor Pedro Paulo Peixoto Junior, pré-candidato à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso (OAB-MT).

“Venho de uma família humilde, sou o primeiro advogado da família. Não tive padrinhos e trilhei um árduo caminho para chegar ao sucesso profissional. Por isso, conheço os percalços enfrentados pelos iniciantes na profissão e temos olhos atentos no nosso projeto à frente da OAB-MT”, disse Pedro Paulo em entrevistas concedidas nesta semana à rádio Capital, TV Cultura e TV Cidade Verde.

De acordo com o advogado Fábio Capilé, que foi o primeiro presidente da Comissão da Jovem Advocacia da OAB-MT, no início dos anos 2000, o conceito não é pela idade da pessoa, mas pelo ingresso do profissional na advocacia. “É o novo exercício da advocacia, então uma pessoa com 60 anos pode ser um jovem advogado ou advogada. Está dando seus primeiros passos, com expectativas, anseios e projeções de novas conquistas”, explica.

Capilé reforça que nestes primeiros anos – do 1º ao 5º ano do exercício da profissão, existem diversos fatores externos que trazem dificuldades. “Há a questão da concorrência, de entender o mercado, até saber como agir e que posturas adotar. É importante que haja uma atenção especial para que ele ou ela possam buscar mecanismos junto à entidade para suporte e estruturação na profissão”, diz o advogado Fábio Capilé.

Ele frisa que outra importante comissão dentro da OAB é a Comissão de Juizados Especiais. O primeiro presidente da Comissão, advogado Humberto Affonso Del Nery, ressalta que ela é, normalmente, a porta de entrada da maioria da jovem advocacia no mercado.

“Então, ganha uma conotação de destaque por ser normalmente a primeira experiência do jovem advogado, dessa forma não só ela como todas as demais comissões devem ter uma atuação combativa e técnica, deve ser a porta de entrada das reclamações dos advogados que militam e o escudo e a voz para que esta reclamação não seja personificada, sendo uma ação da Comissão avalizada pela Ordem”, finaliza.

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