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ReproduçãoReprodução

A mãe do menino está sendo julgada pelo crime, infelizmente a criança não resistiu

Um menino de 10 anos com necessidades especiais ficou preso no closet de sua casa por três anos. O pequeno Yonatan Daniel Aguilar foi encontrado totalmente desnutrido, pesando apenas 15 quilos e já sem vida pelo policial de Los Angeles nos Estados Unidos, Abel Munoz, no dia 22 de agosto de 2016.

O julgamento da mãe Veronica Aguilar, 42 anos, está ocorrendo nesta quarta-feira (19/06). O pequeno Yonatan foi encontrado pelo policial após uma denúncia feita por seu padrasto Jose Pinzon Avila. De acordo com Munoz, o padrasto estava histérico e em pânico quando ligou para fazer a denúncia.

No julgamento foi revelado que a mãe, que é mexicana e vive nos Estados Unidos, havia dito para o padrasto que a criança tinha sido enviada para o México para viver com parentes.

Mas a realidade era terrível, ela manteve o filho preso no closet por cerca de três anos, até que ele acabou morrendo de fome. Os investigadores não souberam informar como os outros três filhos de Veronica, que vivem na casa, não perceberam que o irmão estava no closet.

Contudo, foi informado pela polícia que a mãe dava uma substância a base de álcool para a criança que o deixava dopado.

Durante o julgamento, o policial Abel relatou que encontrou o corpo da criança: “Eu vi uma criança muito fraca e de aparência frágil”, afirmou o policial.

Também foi revelado mais uma questão no caso do o pequeno Yonatan que gerou indignação. Ocorre que o nome de Yonatan estava listado no Departamento de Crianças e Família de Los Angeles como “alto risco de abuso” de 2009 e 2012. Mas a polícia nunca realizou uma investigação sobre a família até a denúncia do padrasto levar os policiais a descobrir o corpo da criança.

Veronica está sendo julgada por negligência, homicídio doloso e tortura. Caso seja considerada culpada, ela pode ser condenada a prisão perpétua e até mesmo a pena de morte.

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Foto: DivulgaçãoFoto: DivulgaçãoO presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que autoriza a internação involuntária de dependentes químicos, ou seja, sem a necessidade de autorização do drogado. A medida foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (6), e já está valendo.

 A Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019 estabelece que a internação involuntária do dependente químico poderá ser realizada em hospitais e unidades de saúde.

Apenas os familiares ou responsáveis legais podem pedir a internação do usuário de drogas. Na ausência dos responsáveis, os assistentes sociais, servidores da saúde ou de órgãos do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, vão poder, também, pedir a internação do dependente químico.

No entanto, todo pedido de internação involuntária deverá ser realizado por meio de laudo médico atestando a necessidade da desintoxicação do usuário de drogas.

A norma não autoriza os servidores da Segurança Pública, como delegados e policiais, a pedirem a internação involuntária de dependentes químicos.

A lei é de autoria do atual ministro da Cidadania e deputado Federal, Osmar Terra (MDB-RS). O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados em 2013 e votado no Senado apenas em 15 de maio deste ano.

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A identidade dos seis brasileirosencontrados mortos em um apartamento em Santiago, no Chile, nesta quarta-feira (22), foi informada por uma parente da família nesta quinta-feira. Cinco das vítimas eram catarinenses e uma, goiana. A polícia ainda não confirmou oficialmente os nomes.

Bombeiros chilenos suspeitam que um vazamento de gás tenha causado as mortes. O prédio, que fica no Centro da capital chilena, foi esvaziado durante as operações.

De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, a família estava em Santiago para comemorar o aniversário de um dos filhos, Caroline Nascimento de Souza, que completaria 15 anos na sexta-feira. Uma das vítimas também estava de férias.

Família morreu em apartamento em Santiago, no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Arquivo PessoalFamília morreu em apartamento em Santiago, no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Arquivo Pessoal

Vítimas

Um casal e os dois filhos adolescentes moravam no Balneário de São Miguel em Biguaçu, na Grande Florianópolis. O governo do estado publicou uma nota de pesar e a prefeitura decretou luto oficial por três dias. O segundo casal, formado pelo irmão e a cunhada da mãe da primeira família, residia em Hortolândia, no interior de São Paulo, desde 2016.

  • Fabiano de Souza, 41 anos (Pai dos adolescentes e marido de Débora. Ele trabalhava como pedreiro e pescador)
  • Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos (Mãe dos adolescentes e mulher de Fabiano. Ela trabalhava como coordenadora pedagógica em uma creche no bairro Estreito, em Florianópolis)
  • Karoliny Nascimento de Souza, 14 anos (Filha de Fabiano e Débora. Ela completaria 15 anos nesta semana e estudava no 1º ano do ensino médio, em Florianópolis)
  • Felipe Nascimento de Souza, 13 anos (Filho de Fabiano e Débora. Ele estudava no 9º ano do ensino fundamental, em Biguaçu)
  • Jonathas Nascimento, 30 anos (Catarinense, irmão de Débora e marido de Adriane, que residia em Hortolândia. Ele era chefe do Departamento Pessoal do Instituto Adventista de Tecnologia e estava de férias)
  • Adriane Kruger (Goiana, mulher de Jonathas e morava em Hortolândia. Era formada em engenharia civil)

As primeiras informações foram repassadas por Noemi Fortunato Nascimento, prima de Jonathas e Débora. Ela também disse que parte da família de Santa Catarina busca doação de recursos para a viagem.

"O irmão da Drica [Adriane Kruger] está indo hoje para lá. Por enquanto, ainda não sabemos como será o traslado, estamos aguardando por mais informações", explica a prima.

Ainda de acordo com a prima Noemi, a família também está recebendo informações do caso por meio de amigos de trabalho de Jonathas, que moram em São Paulo e estão em contato com a polícia chilena.

Jonathas e Adriana foram encontrados mortos no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/DivulgaçãoJonathas e Adriana foram encontrados mortos no Chile — Foto: Noemi Fortunato Nascimento/Divulgação

Mãe de vítimas morreu horas antes

Pouco antes da morte da família, a mãe de duas das vítimas morreu em Santa Catarina. Parentes que estavam no Brasil chegaram a comunicá-los por telefone sobre a morte dela, mas perdeu o contato com o grupo logo em seguida.

Iete Isabel Muniz Nascimento morreu de câncer, segundo os familiares. Ela foi velada e cremada nesta manhã em Palhoça, na Grande Florianópolis.

O advogado da família catarinense, Mirivaldo Aquino de Campos, também confirmou a identidade das vítimas. "Vamos primeiro enterrar a mãe depois vamos ver o que fazer", disse o advogado da família catarinense.

Mortes no Chile

Segundo a imprensa chilena, vazamento de gás ocorreu nesse edifício residencial em bairro da região central de Santiago — Foto: Reprodução/Google MapsSegundo a imprensa chilena, vazamento de gás ocorreu nesse edifício residencial em bairro da região central de Santiago — Foto: Reprodução/Google Maps

Segundo o Itamaraty, um diplomata do Consulado do Brasil em Santiago foi alertado por um delegado brasileiro do incidente com a família. O delegado teria sido avisado no Brasil por parentes das vítimas. A imprensa chilena informou que o diplomata foi o responsável por acionar a polícia.

O comandante da polícia chilena, Rodrigo Soto, disse ao jornal "El Mercurio" que os policiais encontraram um forte cheiro do gás quando entraram no apartamento. Bombeiros ainda fazem perícia para comprovar o vazamento. Eles trabalham com 3 hipóteses: pode ter vazado do aquecedor de água, do aquecedor geral ou do gás de cozinha.

O edifício onde ocorreram as mortes fica na esquina das ruas Santo Domingo e Mosqueto, na região conhecida como Bellas Artes, Centro de Santiago. As autoridades ainda não sabem o que causou o vazamento, nem por quanto tempo as vítimas respiraram o gás.

Ao todo, 25 bombeiros chilenos participaram da ocorrência e o prédio foi todo evacuado durante o atendimento. Pelas condições que foram encontrados os corpos, se presume que a intoxicação aconteceu muito tempo antes informou o comandante do Corpo de Bombeiros de Santiago, Diego Velasquez.

A família estava no apartamento desde domingo (19) alugado pela Airbnb. “Estamos profundamente consternados com este trágico incidente. Nós nos solidarizamos com os familiares e estamos em contato para prestar todo apoio necessário aos familiares neste momento difícil. A segurança de nossa comunidade de viajantes e anfitriões é a nossa total prioridade”, informou por meio de nota. A companhia também informou que está em contato com a família para providenciar o traslado dos corpos para o Brasil.

Daniel Souza, que é irmão de Fabiano, chegou a tentar ligar, mas não conseguiu contato. “Era um baita de um irmão. Não desejo nem para um inimigo. Uma tristeza muito grande, perder a família toda não é fácil. A última vez que falei pessoalmente com ele foi no dia que levei no aeroporto, depois pelo Whatsapp. Estava mandando fotos da viagem. Ontem eu tentei ligar para ele e não consegui. Tocava, mas não atendia”, disse.

Uma amiga das vítimas e fotógrafa Amanda Silva Rosa também contou sobre o momento em que Débora entrou em contato com a família na Grande Florianópolis. “A Débora entrou em contato com a família e foi a última a falecer. Mas ela viu todos morrerem. Ela achou que eles estavam tendo uma crise convulsiva. O pequeno de 13 anos, ele estava totalmente roxo. Ele conseguiu mandar foto do marido. Mas, a gente deletou porque foi muito forte”, disse a amiga.

Um guia de turismo chileno, Marcelo Midolo, que trabalha com turistas do Sul do Brasil, mas que não prestou serviço para esta família, enviou um áudio para a NSC TV. Ele explicou que uma agência de turismo brasileira o procurou para que ele ajudasse encontrar o grupo que estava passando mal, em Santiago.

"Eu tentei ajudar, estava trabalhando, voltando de Viña del Mar e Valparaíso. Avisei a polícia chilena para que investigasse, para saber o que estava acontecendo. Ao chegar lá os bombeiros já estavam no local e perceberam que todos já haviam falecido. [...] É muito lamentável, eu trabalho com muitos brasileiros e tenho muitos amigos brasileiros, é lamentável tudo que aconteceu, e para todo o turismo chileno o que aconteceu é lamentável, lamentamos muito. Mas tentamos ajudar o máximo possível", disse.

Luto

O governo do estado divulgou uma nota de pesar e informou que se solidariza com familiares e amigos. Além disso, disse que acompanha a investigação das circunstâncias das mortes pelas autoridades chilenas.

A Prefeitura de Biguaçu  também prestou solidariedade e decretou luto oficial por três dias. "A Prefeitura de Biguaçu está, neste momento, em contato com autoridades estaduais e federais para tratar de questões como o traslado dos corpos e local para realização do velório coletivo", informou.

O Instituto Adventista de Tecnologia (IATec), por meio de nota, lamentou profundamente a morte do funcionário Jonathas. Ele era chefe do Departamento Pessoal e trabalhava na entidade há 3 anos e meio. "O IATec acompanha as informações e desdobramentos do assunto por meio das autoridades do Chile. [...] O colaborador estava em período de férias. [...] O IATec está oferecendo todo apoio aos familiares neste momento difícil e de profundo pesar".

A Secretaria de Estado da Educação (SED), onde os adolescentes estudavam lamentou as mortes. Karoliny cursava o 1º ano do Ensino Médio na Escola de Educação Básica Aderbal Ramos da Silva, em Florianópolis, e Felipe era aluno do 9º ano do Ensino Fundamental na Escola de Educação Básica Professor José Brasílicio, em Biguaçu.

A Escola de Educação Básica Professor José Basílico (EEB), que fica no Centro de Biguaçu, na Grande Florianópolis, lamentou a morte dos irmãos pelas redes sociais. Karoliny havia concluído os estudos na unidade de ensino no ano passado e Felipe se formaria este ano na unidade de ensino. A diretora da escola, Grasiela Monteiro Epping, que também é professora de inglês, disse que deu aula para eles desde a creche e que eram alunos excepcionais.

Escola lamentou a morte da família nas redes sociais — Foto: ReproduçãoEscola lamentou a morte da família nas redes sociais — Foto: Reprodução

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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoO governador de Washington, Jay Inslee, sancionou nesta terça-feira (21) uma lei que transforma o estado no primeiro dos Estados Unidos que autoriza o uso de corpos humanos em adubo para a fertilização dos solos.

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Fundadora e diretora-geral da empresa Recompose, Katrina Spade, responsável por levar a ideia ao governador, disse que se todos os moradores do estado optassem pelo processo de recomposição após a morte seria possível evitar o lançamento de 500 mil toneladas de dióxido de carbono na atmosfera em dez anos.

Segundo ela, essa quantidade de CO2 equivale a energia necessária para abastecer 54 mil casas em um ano.

A nova alternativa ao enterro tradicional ou à cremação representa uma opção mais ecológica para o meio ambiente, transformando os corpos em adubo. Sem ser embalsamado, o cadáver é colocado em uma câmara de compostagem junto com outros materiais orgânicos, produzindo cerca de 0,75 metros cúbicos de produto.

Spade, que poderia ser a responsável pelo primeiro projeto de funerária urbana de redução orgânica do país, focou sua tese como estudante do processo. Para isso, acompanhou agricultores, que há décadas utilizam essa técnica para livrar dos corpos do gado.

Dessa forma, a empreendedora descobriu que o uso de lascas de madeira, alfafa e palha criam uma mistura de hidrogênio e carbono que acelera a decomposição natural de um corpo humano.

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Em 2017, Spade liderou um projeto-piloto no qual seis corpos foram transformados em adubo na Universidade Estatal de Washington. O estudo mostrou que o processo durava entre quatro e sete semanas.

Os defensores da lei afirmam que a inovação representará um avanço para o meio ambiente, já que os corpos não ocupariam espaço nos cemitérios, não repassariam substâncias químicas para o solo como ocorre no enterro tradicional. Além disso, o processo reduziria a emissão de dióxido de carbono no ar durante a cremação.

O autor da lei, o senador democrata Jamie Pedersen, disse que eliminar os corpos humanos com um baixo impacto ambiental é uma política pública que “faz sentido”, especialmente em áreas mais povoadas.

“Essa lei mudará o mundo, já que a cremação é o método mais popular no nosso estado. Esse processo reduzirá em 1,4 toneladas o carbono lançado por pessoa”, disse o senador.

Chamado de “redução orgânica natural”, o processo cerca de US$ 5,5 mil, menos que os US$ 7 mil normalmente cobrados por um enterro tradicional nos EUA, segundo dados da Associação Nacional de Funerárias.

A lei entrará em vigor em maio de 2020, quando os moradores do estado de Washington poderão escolher se serão enterrados, cremados ou optarão pela decomposição natural de seus corpos.

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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoVingadores: Ultimato pode ainda estar atrás de Avatar na bilheteria mundial, mas na americana o filme da Marvel já superou o longa de James Cameron.

De acordo com o Box Office Pro, Ultimato já acumula 770,3 milhões de dólares, ultrapassando Avatar, que acumula 760,5 milhões de dólares.

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Com isso, Vingadores: Ultimato ocupa o segundo lugar na lista de maiores bilheteria nos EUA.

Falta apenas ultrapassar Star Wars: O Despertar da Força, mas não será tarefa fácil, considerando que o filme de J.J. Abrams conta com 936,6 milhões ao todo. Veremos se Vingadores: Ultimato terá força para ultrapassar esse número nas próximas semanas.

Vingadores: Ultimato ainda está em exibição nos cinemas brasileiros.

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