DivulgaçãoDivulgação

Em decorrência das medidas restritivas da pandemia em MT, o Festival de Quadrilhas Juninas do Araguaia - Festrilha teve que se reinventar e com ajuda da Lei Aldir Blanc, está promovendo sua 6ª edição em modo virtual, com a participação de 20 equipes.

O evento acontece entre os dias 19, 20, 26 e 27 de março, na plataforma do youtube, com apresentadores em LIVE e apresentação dos grupos de dança por meio de vídeos, todos mantendo as medidas de prevenção ao coronavirus como máscara, higienização com álcool 70%, aferição da temperatura e distanciamento social.

O desafio de fazer a apresentação em audiovisual trouxe uma nova perspectiva para as produções que tem se mostrado bastante criativas e, além da arte do figurino, musica, teatro e da dança, agora também se valem de recursos de câmera, iluminação e edição.

Outro fator interessante é que, mesmo tendo perdido alguma LIVE em seu lançamento, tudo ainda pode ser visto no youtube, estando disponível em qualquer momento no canal da FMTQ - Federação Matogrossense de Quadrilhas pelo endereço https://www.youtube.com/channel/UCl6gcAoxW2ZPRmSsqCuFf7A

No dia 19 foram exibidos os trabalhos das juninas Lumiar da Paixão, de Ribeirão Cascalheira, AMU de Cáceres, Caipiras de Plantão, de Tangará da Serra, Coração Caipira de Porto Alegre do Norte e Explosão Luverdense de Lucas do Rio Verde.

No dia 20 participaram Império Junino, de Rondonópolis, Simpatia Junina, de Lucas do Rio Verde, Caipiras Unidos de Rondonópolis, Os de Fora, de Tangará da Serra e Balancê do Cerrado, de Nova Xavantina.

No dia 26 se apresentam Caipiras do Araguaia, de Confresa, Beija Flor, de Confresa, Pirilampos do Vale, de Água Boa, Fogo na Saia, de Barão do Melgaço e Flor do Araguaia, de Araguaiana.

No dia 27 é a vez de Abalantes do Sertão, de Barra do Garças, Jóias do Cerrado, de Sorriso, Amor Caipira, de Alto Boa Vista, Flor do Sertão, Porto Alegre do Norte e Brilho Junino, de Barra do Garças.

Cada equipe teve um prazo para produzir e entregar um vídeo com até 10 minutos contendo coreografias e teatro com o tema junino, seguindo os modelos habituais apresentados nos eventos presenciais. Desta vez não há classificação e apenas a participação já garante o recurso para as equipes.

O projeto é muito importante para a Federação e para as associações artísticas dos municípios que, sem a possibilidade de organizar eventos presenciais, se viram desamparadas na arrecadação de fundos para custear suas despesas anuais, bem como a renda de profissionais que vivem da arte.

Com o recurso da Lei Aldir Blanc e a realização virtual do festival, os grupos terão um amparo durante a pandemia e podem continuar promovendo a arte e a cultura regionais.