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O governador Ronaldo Caiado (DEM) nas tradicionais lives que vem realizando às sextas-feiras (18/09) respondeu a pergunta de um goiano que o questionava sobre os turistas goianos estarem aglomerando durante esta época do ano na região do Rio Araguaia.

O democrata respondeu que não depende apenas dele tomar alguma atitude fiscalizatória, mas fez um apelo: não ‘invadam’ o Rio Araguaia.

“E já pensou bem você disseminar o vírus nesta região? A pessoa que vai não está preocupado mas infelizmente ele pode contaminar as pessoas que ali estão. Me ajude a cobrar os prefeitos, pois eles também tem essa área de legislação”, pontuou.

O governador disse que precisa da fiscalização das Prefeituras e da colaboração de todos neste momento de pandemia. “Temos um número restrito de policiais bem como policiais do Corpo de Bombeiros. Temos trabalhado arduamente para conscientizar as pessoas que não tem espaço para isso. Vamos respeitar os protocolos, fazer que não haja aglomerações neste momento”, explicou.

O governador disse que precisa da fiscalização das Prefeituras e da colaboração de todos neste momento de pandemia. “Temos um número restrito de policiais bem como policiais do Corpo de Bombeiros. Temos trabalhado arduamente para conscientizar as pessoas que não tem espaço para isso. Vamos respeitar os protocolos, fazer que não haja aglomerações neste momento”, explicou.

Caiado ressaltou que estar de quarentena não é sinônimo de férias. “Ele tem que continuar o trabalho dele, ou trabalha em casa, ou trabalha dentro das regras do protocolo”. Também pediu para que as pessoas não ‘invadam’ a região do Rio Araguaia. “Não é invadir essas áreas que são áreas onde ali tem pessoas que ali habitam de baixo poder de renda. E já pensou bem você disseminar o vírus nesta região? A pessoa que vai não está preocupado mas infelizmente ele pode contaminar as pessoas que ali estão”, pontuou.

Por fim, destacou que precisa do apoio dos poderes municipais e explicou que a decisão não é apenas dele. “Me ajude a cobrar os prefeitos, pois eles também tem essa área de legislação. Não é só ação do Estado. Todos nós numa conscientização maior precisamos fazer um contraponto aqueles que acham que não devam cumprir”, enfatizou.