Pichetti Rui Vilani  Inez Trentin Zandoná  Tarcísio Tonhá  Outros

Imagem Ilustrativa

Não raro, escrevo matéria sobre a família, é um assunto abrangente, com vários ângulos, que nos levam a discuti-los e explorá-los. Hoje, trago a vocês, um tema sobre a formação do carácter da criança. pois bem, é consequência da globalização, interferir diretamente em nosso comportamento familiar, mudando nossos hábitos e costumes inclusive dentro de nossa própria casa. Por que isso? Porque isso, leva o homem e a mulher, buscar meios de sustentação, para que possam sobreviver dignamente dentro de sua amplitude. Aí, tem início um outro prisma... pois temos que analisar as coisas sobre seus vários lados, e não só sobre dois lados, como a maioria das pessoas pensam. Vem então, a formação do carácter da criança.

É muito comum, nos dias atuais, sobrecarregar as crianças em sua formação, com atividades outras, tais como, cheches, natação, inglês, escola de dança, de futebol, lutas marciais etc, etc... nada contra, isso até certo ponto é muito bom, para o desenvolvimento físico da criança, além de propiciar aos pais, tempo para desenvolver suas atividades lá fora, sem quaisquer preocupações... isso é lógico.

E faz parte da vida. Mas, chega no final de cada dia, todos exaustos, buscam guarida no sonhado e esperado descanso, para que no outro dia, estejam dispostos a enfrentar a mesma rotina, que se impregna todo o tempo em nossas vidas... dias, meses, anos e assim vai.

Segundo estudos, o carácter da criança em sua essência, é formado no âmago do relacionamento entre pais e filhos... dali, se extrai uma infinita fonte de informações onde a criança se adapta muito mais no aprendizado dos pais, do que em qualquer outro lugar. os fatores para que isso aconteça, são a confiança existente no pai e na mãe, pois suas dúvidas são tiradas dali; no relacionamento de amizade; e o que é fundamental, no tempo em que os pais dedicam aos seus filhos... aí, mora o x da questão... o cansaço domina a vida... e pagamos qualquer preço por tê-lo. inclusive de deixar que os filhos, permaneçam o tempo que quiserem manipulando um celular. isso é um alívio pra todos. Mas... e o resto.

Não estamos culpando os pais, absolutamente, pois isso é necessário, mas… existe uma forma de equalização para que estes problemas sejam equacionados... que se faça um planejamento de vida, de tempo, inclusive dividindo o tempo entre marido e esposa, para se dedicar as crianças... por incrível que pareça, os resultados disso são altamente positivos... a criança se sentirá mais valorizada, será mais ela, ou seja, seu ego será massageado e o que é mais importante, adquirirá mais confiança na escola e nas demais atividades que ela desempenha lá fora...

Concordam comigo?