Pichetti Rui Vilani  Inez Trentin Zandoná    Outros

Imagem Ilustrativa

Projeções da OMC-Organização Mundial do Comércio , indicam que nos próximos dez anos o Brasil estará na liderança da produção mundial de alimentos, devendo atingir uma expansão aproximada de 70% no período. Como consequência, o agro nacional deve continuar apresentando superávit crescente, contribuindo significativamente com o equilíbrio da balança comercial.

Para atender as expectativas e atingir o desenvolvimento esperado o setor tem como base o tripé representado pelo desenvolvimento científico, inovações tecnológicas e competência dos produtores rurais.

O cenario futuro indica que os países produtores terão que aumentar a produtividade e as áreas cultivadas. Neste contexto o Brasil desempenhará função relevante por possuir extensas áreas agricultáveis, com clima e solo favoráveis. Como vantagem adicional; não há necessidade de desmatamentos, visto que 23% do território nacional está ocupado por pastagens, enquanto 7% é destinado à agricultura.

Neste importante momento de transição política no país, aumentam as expectativas em relação ao Ministério da Agricultura, como órgão determinante para o futuro do setor agropecuário, no tocante a formação e o desenvolvimento de politicas agrícolas, visando seu desenvolvimento e expansão no cenário mundial.

Também o Ministério das Relações Exteriores desempenhará papel fundamental. Relações bilaterais com a China, por exemplo, são imprescindíveis, visto que o país asiático é o maior importador e o Brasil o maior exportador de produtos agrícolas do mundo.

Cumpre a os órgãos governamentais definir políticas internas e externas condizentes com a realidade do mundo globalizado. O produtor rural certamente continuará cuidando, inovando e produzindo alimentos com sustentabilidade e ganhos em produtividade.