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imagem ilustrativa

Uma figura pública, aliás de triste lembrança, sugeriu certa feita que o povo "estava ensacando vento "! Obviamente foi ridicularizada, transformada em figura cômica do folclore brasileiro. Pois não é que muita gente, ao que parece, levou o assunto a sério...

Uso esse preâmbulo para fazer uma analogia com a implacável tentativa de influência da comunidade global sobre nosso meio ambiente e, consequentemente sobre os destinos da pujante agropecuária nacional.

Tanto a opinião pública dos países capitalistas quanto alguns urbanoides brasileiros decretaram que nós, em razão da competitividade do agro, somos vorazes destruidores das florestas e que isso tem que acabar.

É a constatação cabal que mentiras ardilosamente repetidas, tornam-se verdades. Entretanto, os fatos comprovam o contrário, mas e eles com isso? Quantos menos fatos a seu favor, mas fortes e fanáticas suas convicções.

Pelo que pregam estes "expertes" a opinião pública não toma conhecimento que as áreas preservadas no Brasil representam o dobro da média mundial; que utilizamos menos de 10% do território nacional para desenvolver uma das agriculturas mais eficientes do mundo;

Que apenas 20% do nosso território é ocupado pela atividade pecuária; que por força de legislação, os produtores rurais conservam extensas áreas verdes naturais no interior de suas propriedades, sem nenhum subsidio governamental; que tais dados são oficiais, levantados, coletados e mapeados pela renomada EMBRAPA.

Oras, às favas a realidade! O que vale é a "verdade absoluta " propalada por artistas e ativistas a serviço de ONGs , cuja missão é amordaçar a opinião pública, acomodando e convencendo que o tema não pode ser questionado, pois as verdades acerca dele são definitivas.

Isso tudo faz parte de lobbies em defesa de interesses maiores , especialmente de europeus e americanos que sustentam organizações não governamentais com muito dinheiro e influência.

Desejam fundamentalmente que a forte agricultura brasileira seja neutralizada, limitando- se a subsistência pois a realidade empresarial do setor é de competência e exclusivamente dos países ricos.

Na visão dos ditos ativistas ambientais, devemos produzir alimentos apenas para o mercado interno. E, se faltarem alimentos? Bem, quem sabe vamos nos alimentar de vento! Afinal, a sugestão para ensaca- lo já tem direitos autorais.

Luiz Omar Pichetti
Eng. Agronomo