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Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

Ministério Público Estadual instaurou um inquérito civil em junho de 2016 para investigar uma suposta prática de ato ilícito, consistente na ausência do vereador Elias Bueno de Souza nas sessões da Câmara de Nova Xavantina. Diante disso, o MPE também quis saber se houve irregularidade no pagamento do salário do parlamentar.


Segundo o inquérito, o vereador não teria comparecido às reuniões em virtude da participação em um curso de formação para o cargo de investigador da Polícia Civil, realizado em Cuiabá.


Segundo a Secretária da Câmara, Altair Gonzaga, a sessão do dia 26 de janeiro foi extraordinária, não cabendo honorários, restando a do dia 22 de fevereiro, o que daria um ressarcimento de algo em torno de R$ 1.300,00, mas cujo desconto no salário, conforme foi informado ao MP, ainda não foi autorizado pelo vereador Elias Bueno, que questiona o valor.


Ambas as faltas se referem ao mandato passado, no último ano, quando o vereador passou uma temporada em Cuiabá fazendo os procedimentos necessários para o seu ingresso na Polícia Civil e por isso se ausentou de diversas sessões.


Diante disso, o Ministério Público de Nova Xavantina, através da Promotor de Justiça Civil Dr. Welinton Petroline, notificou e recomendou à Presidência da Câmara Municipal, o ressarcimento ao erário público do legislativo, dos vencimentos pagos ao vereador Elias Bueno referente às sessões de 26 de janeiro e 22 de fevereiro de 2016, nas quais o vereador não compareceu.


DESVIAR ASSUNTO


Para tentar desviar o assunto da devolução do dinheiro, Elias Bueno promoveu um espetáculo na câmara municipal querendo implantar a lei de ficha limpa; uma lei federal, aprovada em 2010, onde já está em vigor e faz todas as eleições, milhares de fichas sujas ficarem fora das eleições; exemplo maior, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que ficou fora das últimas eleições, entre tantos outros.