Banner Política
0
0
0
s2smodern

Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoAlém do processo que corre no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) por abuso de poder econômico e que pode levar a sua cassação, a senadora eleita Selma Arruda (PSL) terá que explicar nos próximos dias sobre as acusações e ofensas que destinou contra o ex-candidato ao Senado, advogado Sebastião Carlos Gomes (Rede). 
 
Uma audiência de conciliação foi marcada pelo magistrado Mário Roberto Kono, do Juizado Criminal de Cuiabá, para o dia 12 de dezembro, às 10h30. 
 
Em outubro, período pós-eleição, Sebastião entrou com uma queixa crime contra a juíza aposentada por calúnia e difamação, alegando que ela direcionou palavras ofensivas contra ele.
 
Durante campanha, Selma o acusou de fazer parte de uma "quadrilha para tentar derrubá-la" e o chamou de “laranja”. 
 
 
Ele aponta que foi atacado pela candidata depois de ter proposto uma investigação contra ela na Justiça Eleitoral por fazer uso de "caixa 2" na campanha.
 
O processo está tramitando no Tribunal Regional Eleitoral e pode até impedir a diplomação da magistrada. 
 
Na audiência de conciliação, a juíza aposentada pode se retratar das acusações que fez contra o magistrado e, desta forma, colocar fim ao caso. 
 
Caso Selma decida não se retratar, o processo seguirá seu andamento regular, com manifestação do Ministério Público e das partes e até decisão final do juízo. A pena para o crime de calúnia é de 1 a 6 meses e multa, enquanto para difamação é de detenção de 3 meses a 1 ano.
 
Ação no TRE
 
Tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) um processo contra a senadora eleita por abuso de poder econômico. O ex-candidato ao Senado, Sebastião Carlos Gomes, entrou com ação para investigar a juíza aposentada depois de tomar conhecimento da ação monitória ingressada pelo publicitário Júnior Brasa. 
 
O empresário cobra uma dívida da candidata por serviços de publicidade de campanha realizados antes do período autorizado pela legislação eleitoral.
 
Selma teria realizado serviços publicitários em período vedado pela legislação eleitoral. Além disso, ela não teria quitado o valor contratado e omitido a declaração na sua prestação de contas.