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ciclone Idai pode ter matado mais de mil pessoas mortas em Moçambique Zimbábue ao atingir o Sul da África nos últimos dias, trazendo inundações, destruindo estradas e cortando as comunicações. Por enquanto, o número de vítimas fatais confirmadas é superior a 400 pessoas, mas pode chegar à casa dos mil, alertou o presidente do Moçambique, Filipe Nyusi.

Segundo Nyusi, a escala do desastre é "enorme", tendo ele próprio visto diversos corpos flutuando em rios durante sobrevoo de helicóptero da região atingida, onde vilas inteiras desapareceram, afirmou em pronunciamento na estatal Rádio Moçambique.

— Tudo indica que poderemos registrar mais de mil mortes — lamentou.

De acordo com a Cruz Vermelha, a cidade portuária de Beira, quarta maior do Moçambique,  sofreu danos maciços, com o rompimento de uma barragem piorando ainda mais a situação.

— A escala da devastação é enorme — disse Jamie LeSueur, líder da equipe local da Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho (IFRC, na sigla em inglês). — Parece que 90% da área está completamente destruída.

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Vítima de ataque a mesquitas nesta sexta-feira (15), em Christchurch, na Nova Zelândia — Foto: Mark Baker/APVítima de ataque a mesquitas nesta sexta-feira (15), em Christchurch, na Nova Zelândia — Foto: Mark Baker/APAtaques a tiros simultâneos contra duas mesquitas na cidade de Christchurch, na ilha sul da Nova Zelândia, deixaram 49 mortos e 48 feridos nesta sexta-feira (15). As autoridades ainda não divulgaram as identidades das vítimas e dos assassinos.

Resumo

  • Ataques a duas mesquitas na Nova Zelândia deixaram 49 mortos
  • 48 pessoas ficaram feridas, sendo 20 em estado grave
  • 3 pessoas estão presas; uma quarta chegou a ser detida, mas foi liberada por não ter ligação com o caso
  • A polícia não informou a identidade dos suspeitos e das vítimas
  • Numa das mesquitas, um homem armado com um rifle automáticodisparou contra a multidão
  • Usando uma câmera no capacete, o assassino filmou e transmitiu ao vivo o massacre
  • O Facebook eliminou as contas do criminoso e trabalha para remover cópias do vídeo
  • Na rede, o homem se identificou como um australiano de 28 anos, defensor da extrema-direita e contrário à imigração

Os alvos dos ataques foram as mesquitas de Masjid Al Noor, ao lado do Parque Hagley, e de Linwood, que estava lotada com mais de 300 pessoas, reunidas para as tradicionais orações do meio-dia de sexta-feira.

Três pessoas estão presas em conexão com os ataques. Uma quarta chegou a ser detida, mas foi liberada por não ter ligação com o caso, segundo a polícia. As autoridades informaram que não está descartada a hipótese de que outros criminosos estejam envolvidos e foragidos. Nenhum dos suspeitos sob custódia estava em listas de observação da polícia.

Dos 49 mortos, 48 morreram no local e apenas um chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu. Entre os feridos, há crianças e adultos. O governo informou que 12 dos feridos estão em estado grave e precisaram passar por cirurgias. O governo da Malásia afirmou que dois dos feridos são malaios.

A primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, definiu o ataque como "um ato de violência sem precedentes na Nova Zelândia" e que esse é"um dos dias mais sombrios e sangrentos da história do país". "Esse tipo de violência não tem lugar na Nova Zelândia."

A dinâmica dos ataques ainda não está clara. Porém, o primeiro relato de tiros foi na mesquita de Al Noor, na região central da cidade. Um homem com um rifle automático invadiu o prédio 10 minutos após o início das orações, que começaram às 13h30 desta sexta-feira (22h30 no horário de Brasília). Quarenta e uma pessoas morreram no local.

Com uma câmera instalada em um capacete, o assassino conseguiu transmitir o massacre, ao vivo, pelo Facebook. O vídeo mostra que ele atirou indiscriminadamente contra homens, mulheres e crianças enquanto caminhava.

Ahmad Al-Mahmoud, de 37 anos, que rezava quando os disparos começaram, disse ao site Stuff que ele e outros fiéis quebraram vidros de janelas da mesquita para conseguir escapar.

Segundo testemunhas, o assassino usava capacete (no qual estava a câmera), óculos e um casaco em estilo militar. Ele foi descrito como branco, loiro, magro e de baixa estatura.

As contas do assassino no Facebook e no Instagram foram removidas. O Facebook afirmou que estava trabalhando para remover as cópias do vídeo.

Manifesto de extrema-direita

De acordo com o jornal "The Guardian", Brenton Tarrant, um dos suspeitos de ser o autor de um dos ataques, deixou um manifesto em que afirma ter 28 anos, ser australiano, defensor da ideologia de extrema-direita e anti-imigração. O documento de 74 páginas fala em genocídio promovido por brancos e possui uma lista com vários objetivos, incluindo a criação de “uma atmosfera de medo” contra os muçulmanos.

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, confirmou que um cidadão australiano foi preso na Nova Zelândia. Porém, a polícia neozelandesa não confirma que o homem identificado pela imprensa está entre os detidos.

O comissário da Nova Zelândia, Mike Bush, disse que dispositivos explosivos improvisados foram encontrados em um carro, próximo a uma das mesquitas.

Depois dos ataques, os policiais também esvaziaram a Cathedral Square, onde um grupo de estudantes realizava uma manifestação pedindo ações contra o aquecimento global.

Sem precedentes

O ataque coordenado às mesquitas de Christchurch é, de longe, o ataque terrorista com maior número de mortos na Nova Zelândia. O episódio anterior que chega mais perto é o chamado massacre de Aramoana, quando um homem matou 13 pessoas a tiros após brigar com um vizinho em 1990.

Houve também, em 1943, um assassinato em massa num campo de prisioneiros da 2.ª Guerra Mundial, em que guardas neozelandeses atiraram contra presos japoneses, matando 48 deles. Um soldado neozelandês também morreu.

Christchurch é a capital da região de Canterbury, na ilha sul da Nova Zelândia. É a 3ª maior cidade do país, com mais de 370 mil habitantes.

As pessoas que moram e trabalham na região foram orientadas a permanecer dentro dos prédios e não circular pelas ruas.

Todas as escolas de Christchurch foram fechadas, e os pais de cerca de 750 alunos, entre crianças e adolescentes, receberam mensagens avisando que seus filhos estavam em segurança.

Várias estradas da cidade foram fechadas e seguem em monitoramento. A polícia orientou todas as mesquitas do país a fecharem suas portas até novo aviso.

De acordo com a CNN, a segurança foi reforçada em mesquitas de vários países, entre eles Estados Unidos, França e Reino Unido.

Policial escolta fiéis que deixaram uma mesquita no centro de Christchurch — Foto: Mark Baker / AP PhotoPolicial escolta fiéis que deixaram uma mesquita no centro de Christchurch — Foto: Mark Baker / AP Photo

Imagem mostra uma arma em veículo do atirador — Foto: AP PhotoImagem mostra uma arma em veículo do atirador — Foto: AP Photo

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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoO número de imigrantes irregulares que vive nos Estados Unidos caiu em 1 milhão desde 2010 e atingiu 10,6 milhões de pessoas em 2017, conforme um estudo divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Centro de Estudos Migratórios.

Com números próprios e estatísticas do Departamento de Segurança Nacional (DHS), o departamento afirma que o crescimento da população sem documento alcançou o seu ponto máximo em 2000, para depois diminuir rapidamente durante a década.

No ano de 2000, a população irregular era de 8,6 milhões - quando em 1990 era de 3,5 milhões -, e o seu crescimento chegou a 12 milhões em 2008, ano no qual começou uma paulatina queda até os 10,6 milhões estimados em 2017.

De acordo com o relatório, a quantidade de entradas irregulares caiu a níveis históricos nos últimos anos e somente um terço delas aconteceu através da fronteira sul. Com isso, o estudo nega a existência de uma emergência nacional na fronteira com o México, como afirma o presidente Donald Trump como argumento para financiar a construção do um muro.

No entanto, dois terços dos imigrantes irregulares contabilizados entre 2010 e 2016 correspondem a pessoas que entraram no país através dos aeroportos, com visto, e que ficaram depois do vencimento do prazo. O aumento desta categoria se deve ao fluxo de gente que veio da Índia e da Venezuela.

Os números do estudo indicam que o crescimento da população irregular nos Estados Unidos diminuiu porque a chegada de pessoas sem documentos caiu de 1,4 milhão em 2000 para 550 mil em 2007 e se mantêm nesse nível desde então. Ao mesmo tempo, a quantidade de imigrantes irregulares que deixa o país passou de 370 mil em 2000 para 770 mil em 2016.

Sobre detenções realizadas pela Patrulha de Fronteira, o relatório afirma que elas caíram de 1,6 milhão em 2000 a para cerca de 300 mil em 2017.

"Há certamente uma grande necessidade de melhorar e expandir a infraestrutura nos portos de entrada para os Estados Unidos e ajustar as estratégias de vigilância, mas não há emergência nacional", declarou Robert Warren, autor do relatório.

Segundo ele, a análise indica que foi possível um progresso substancial desde 2000 para reduzir a imigração irregular e reverter o seu crescimento. Para o especialista, as pessoas que buscam asilo não devem ser incluídas nas estatísticas do governo sobre imigrantes irregulares, porque exercem um direito reconhecido por leis internacionais e domésticas.

Ao declarar a emergência nacional em 15 de fevereiro, para poder ter acesso a US$ 8 bilhões e financiar o muro na fronteira, Trump afirmou que quer proteger o país de uma "invasão de drogas e criminosos" pela fronteira sul, que qualificou de grave risco para a segurança nacional.

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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoUm Boeing 737 da Ethiopian Airlines caiu na manhã de hoje (10) pouco depois de decolar de Addis Abeba, capital da Etiópia. Segundo a companhia aérea, havia 149 passageiros e oito tripulantes a bordo do vôo. que ia para Nairóbi, no Quênia.

A televisão estatal da Etiópia informou que não existem sobreviventes e que o avião transportava passageiros de 33 nacionalidades.

O voo ET 302 caiu perto da cidade de Bishoftu, ou Debre Zeit, cerca de 50 quilômetros ao sul da capital Addis Abeba. A estimativa é que caiu minutos depois de decolar.

O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed Ali, lamentou o acidente. "Em nome do governo e povo da Etiópia, gostaria de expressar as mais sentidas condolências às famílias que perderam seus entes queridos na Ethiopian Airlines Boeing 737 em um vôo regular para Nairóbi, Quênia nesta manhã", escreveu na rede social Twitter.

O site sueco de rastreamento de voos Flightradar24 destacou que o aparelho apresentava uma “velocidade vertical instável” após a decolagem.

A Ethiopian Airlines anunciou que enviará equipes ao local do acidente para “fazer todo o possível para ajudar nos serviços de emergência”. A companhia está montando um centro de informações sobre os passageiros e divulgou números de telefone para os quais os parentes das vítimas podem ligar.

Modelo

O Boeing 737-800 MAX é o mesmo modelo de aeronave que, em outubro do ano passado, esteve envolvido em outro acidente. Um aparelho idêntico da companhia indonésia Lion Air caiu no mar 13 minutos após partir do aeroporto de Jacarta, causando 189 mortes.

O último grave acidente com um avião de passageiros da Ethiopian Airlines foi também o de um Boeing 737-800, que explodiu depois de levantar voo de Beirute, no Líbano, em 2010. As 90 pessoas que seguiam a bordo morreram.

A companhia aérea etíope é estatal e tem uma das maiores companhias de aviação do continente africano. Fundada em 1945, a companhia opera voos para a Europa, a América do Norte, a América do Sul, a África, o Oriente Médio e a Ásia. Desde 2011, integra a Star Alliance, uma aliança mundial de companhias aéreas.

*Com informações da DW, agência pública de notícias da Alemanha, e da RTp, televisão pública de Portugal

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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoA coalizão anti-Estado Islâmico (EI), comandada pelos Estados Unidos, confirmou nesta quinta-feira (28) a morte do jihadista francês Fabien Clain, que reivindicou em nome do grupo extremista os atentados de 13 de novembro de 2015, em Paris, que deixaram 130 mortos.

"Um ataque da coalizão acabou com a vida de um encarregado ativo dos meios do EI, chamado Abu Anas al Faransi, também conhecido com o nome de Fabien Clain, em Baghuz", Síria, tuitou a coalizão, confirmando informações obtidas na semana passada pela AFP de fontes coincidentes.

A coalizão internacional destacou que "seguia tomando o EI como um alvo na Síria, impedindo que ressurgisse nas zonas libertadas", e acrescentou que os jihadistas continuavam "preparando atentados em todo o mundo".

Originário de Toulouse (sudoeste da França) e convertido ao Islã nos anos 90, Fabien Clain, de 41 anos, foi identificado pelos investigadores franceses como o autor de mensagens de áudio nas quais são reivindicados os atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, nos quais morreram 130 pessoas e centenas ficaram feridas.

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