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Foto: ReproduçãoFoto: ReproduçãoSupremo Tribunal Federal foi adiado após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

O ministro relator, Edson Fachin, considerou não haver fatos novos que justificassem a concessão da liberdade e votou contra o pedido.

Segunda a votar, a ministra Cármen Lúcia, que assumiu o lugar do ministro Dias Toffoli na Turma, seguiu o voto do relator para manter Lula na prisão.

Após o voto de Cármen Lúcia, o ministro Gilmar Mendes pediu vista (mais tempo para analisar o caso) e o julgamento foi adiado.